24 de maio de 2024

Brazil 24 Horas

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O Futuro da Neuralink: Conectando o Cérebro à Inteligência Artificial

Você sabia que um chip implantado no cérebro pode permitir que uma pessoa cega enxergue novamente ou que uma pessoa com paralisia recupere a capacidade de andar? Essa é a proposta da Neuralink.
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Você sabia que um chip implantado no cérebro pode permitir que uma pessoa cega enxergue novamente ou que uma pessoa com paralisia recupere a capacidade de andar? Essa é a proposta da Neuralink, uma empresa de tecnologia fundada por Elon Musk. Neste artigo, vamos explorar a ciência e a tecnologia por trás da Neuralink e como ela promete revolucionar a ciência, a tecnologia e a compreensão do nosso cérebro.

Elon Musk, conhecido por liderar empresas como Tesla e SpaceX, também investiu seus esforços em empreendimentos que impulsionam o avanço científico e tecnológico. Um dos projetos mais ambiciosos de Musk é a Neuralink, cujo objetivo é unir o cérebro humano à inteligência artificial, criando uma conexão que pode permitir avanços incríveis na recuperação de movimentos para pessoas com paralisia e muito mais.

A tecnologia da Neuralink consiste em dois elementos principais: um chip neural e um robô avançado para implantação. O chip, do tamanho de uma moeda, é implantado no cérebro durante uma cirurgia e possui 1024 eletrodos que observam e estimulam a atividade cerebral. Os dados coletados são enviados sem fio para computadores, onde são estudados por cientistas.

A implantação do chip neural é realizada por um robô sofisticado, pois os fios são extremamente finos, tornando a intervenção manual impossível. O robô é capaz de ajustar automaticamente a agulha para acompanhar os movimentos naturais do cérebro durante a cirurgia, como respiração e batimentos cardíacos, reduzindo erros e riscos.

A Neuralink já realizou experimentos com sucesso em animais, como uma porquinha chamada Gertrude e um macaco chamado Pager. O chip implantado em Gertrude foi capaz de prever com precisão seus movimentos, enquanto Pager foi capaz de jogar videogame e até mesmo digitar com o pensamento. Esses experimentos mostraram o potencial da tecnologia para ajudar pessoas com incapacidades motoras a recuperar funções perdidas.

Embora os experimentos em animais tenham sido promissores, o uso da tecnologia em seres humanos requer cautela e rigorosos testes clínicos para garantir sua segurança e eficácia. Além disso, é fundamental considerar as implicações éticas, como o consentimento informado dos participantes e a proteção de seus direitos.

O chip neural desenvolvido pela Neuralink representa um avanço incrível na conexão entre o cérebro e a inteligência artificial. Com o potencial de revolucionar a neuroprótese, essa tecnologia promete melhorar a qualidade de vida de indivíduos com deficiências motoras e abrir novas possibilidades para aplicações médicas e terapêuticas no futuro. No entanto, é essencial seguir cuidadosamente os protocolos éticos e de segurança antes de sua adoção generalizada.

Imagem @freepik


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